04 11 / 2011
“E ainda chamam isso de ser humano. Vê se pode. Ei, menino, não pode fazer nada?”
Eu acordei de manhã e me perguntei: por que está tudo tão igual, se tanto mudou? Por que está tudo tão igual se tudo está tão diferente? Eles não sabem?
Como espera que o façam sem que você conte?